A utilização de vídeos gerados por inteligência artificial em contextos relacionados às eleições pode violar regras eleitorais e trazer consequências para os políticos envolvidos na divulgação desses materiais na terça-feira (28). O tema gerou discussões depois da exibição de um vídeo feito por IA do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Durante a convenção do Partido Liberal (PL) no último sábado (25), o foi usado para simular o antigo chefe do Planalto declarando apoio à candidatura do filho, Flávio Bolsonaro, à Presidência da República.
O material também incluiu críticas às medidas restritivas impostas ao ex-presidente, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses em prisão domiciliar.
Embora o material inclua a informação de que foi criado por IA, a prática pode resultar em problemas. Como destaca a publicação, o.
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proíbe o uso da tecnologia para substituir a voz e/ou a imagem de alguém, mesmo com autorização.
Bolsonaro está proibido de se manifestar sobre conteúdo político-eleitoral por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes;.
Classificando o conteúdo como deepfake, a Federação Brasil da Esperança solicitou ao TSE que análise o caso, alegando uso indevido da IA e suposta propaganda eleitoral antecipada;.
A entidade que inclui os partidos PT, PV e PCdoB pediu ao órgão que aplique as medidas previstas na possibilidade de multa de R$ 30 mil aos responsáveis pela campanha e a retirada do conteúdo gerado por IA.
As informações são do site TecMundo