Tecnologia muda as compras, mas as relações humanas continuam no centro

A tecnologia pode acelerar vendas e atendimento, mas  a confiança do consumidor continua sendo construída nas relações humanas A visão foi compartilhada pela diretora-geral de Magalu Ads, Celia Goldstein, em um painel do “A gente sabe que as pessoas confiam nas marcas, mas confiam mais nas pessoas do que nas marcas”, afirmou. Mediado pela CEO e sócia-fundadora da DeMakers, Graziela Morgade, o debate “A verdade que o consumidor conta: como reputação, atendimento e mídia moldam o futuro do merca.

A tecnologia pode acelerar vendas e atendimento, mas a confiança do consumidor continua sendo construída nas relações humanas. A visão foi compartilhada pela diretora-geral de Magalu Ads, Celia Goldstein, em um painel do Rio Innovation Week 2026 nesta quinta-feira (6).

Mediado pela CEO e sócia-fundadora da DeMakers, Graziela Morgade, o debate “A verdade que o consumidor conta: como reputação, atendimento e mídia moldam o futuro do mercado” também reuniu o cofundador e CMO do Reclame AQUI, Felipe Paniago, e o CEO da RS Serviços, Renato Botelho Braz Alves.

A cultura interna sustenta a experiência do cliente e a reputação. Durante o debate, Alves resumiu essa ligação ao destacar que “a experiência gera reputação e da reputação você tem a confiança”.

No Magalu, vendedores e gerentes levam esse princípio ao público ao produzir conteúdo para suas regiões. “A gente fala de um Brasil tão grande e ninguém melhor do que o vendedor, do que o gerente da loja para saber criar campanha específica para cada pessoa”, observou Goldstein.

Essa proximidade também precisa resistir aos problemas. O CMO do Reclame AQUI relacionou a reputação de empresas com muitos clientes à capacidade dos funcionários de atender e resolver falhas.

“No final das contas é só isso: pessoas se relacionando. Pessoas vendem para pessoas. Pessoas atendem pessoas”, afirmou.

A diretora do Magalu acrescentou outro elemento à confiança: a apresentação da oferta, com imagens, descrições e vídeos. “O consumidor tem que ter a confiança de onde ele está comprando, além do preço”, destacou.

As informações são do site Canaltech

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