IA: a "minoria" barulhenta está sendo ouvida, afinal

é, para o bem e para o mal, uma tecnologia revolucionária que mudou para sempre nossa relação com praticamente tudo. Também não é segredo que, assim como há a ala de simpatizantes, há aqueles que se recusam veementemente a consumir qualquer coisa ligada a soluções generativas, não importa o contexto.

IA: Anthropic morre em US$ 1,5 bilhão, mas vence o copyright.

A ala de IA e seus defensores classificaram esses como "luditas digitais" que se recusam a abraçar o progresso, com alguns apontando que eles não passam de uma minoria que em breve será silenciada, de uma forma ou de outra; no entanto, cada vez mais plataformas estão acenando para esse público e oferecendo ferramentas de filtro e identificação de conteúdo, em parte porque eles também consomem, e por pressão de governos e órgãos reguladores.

IA consegue fazer qualquer coisa, menos agradar quem não quer consumir nada que envolva soluções generativas (David Junghanns/ArtStation) do Instituto Gallup apontou que, apesar de 70% dos cidadãos norte-americanos reconhecerem a existência das IAs em 2025 (contra 64% em 2024), mais da metade dos jovens dos Estados Unidos, com idades entre 18 e 29 anos, consideram que a tecnologia faz mais mal do que bem. Coincidentemente, as pessoas notam que ações contra o recurso enfraqueceram.

Em média, o sentimento dos americanos em relação à IA é de que soluções generativas reduzirão o número de vagas de emprego em diversos setores até o fim da década, e não acreditam que empresas usarão a tecnologia com responsabilidade. Se mesmo nos EUA, em que o lobby anti-regulação das empresas do Vale do Silício é forte e encontra respaldo na Casa Branca, a percepção do público em relação à IA é menos do que o ideal, imagine em outros países.

O fato é que há uma parcela nada desprezível da população que não suporta a IA em nenhum aspecto, não importa como ela é empregada ou mesmo se é usada como suporte de profissionais, ao invés de voltada a fazer tudo sozinha. Para esses, algoritmos são fundamentalmente maus e desenvolvidos com pelo menos um objetivo claro: tomar empregos e aumentar o lucro de empresas.

Outros apontam que a IA está encarecendo quase todos os bens de consumo e produtos básicos, impactar nas contas de água e energia de todo mundo, mesmo de quem não usa algoritmos, e até mesmo será empregada como ferramenta em conflitos armados (.

As informações são do site Meio Bit

Compartilhe este artigo

Continue lendo

Voltar ao Blog