proibiu funcionários de usar o Claude Code ferramenta de programação com inteligência artificial da Anthropic, no ambiente de trabalho. A informação foi publicada pela Reuters nesta sexta-feira (3), que ouviu uma fonte não identificada e não autorizada a falar em nome da empresa. Segundo a fonte, os funcionários da gigante chinesa foram orientados a usar o Qoder, plataforma de programação própria da Alibaba, no lugar do Claude Code. Por que a Alibaba baniu o Claude Code.
A Alibaba, dona do AliExpress, proibiu funcionários de usar o Claude Code, ferramenta de programação com inteligência artificial da Anthropic, no ambiente de trabalho. A informação foi publicada pela Reuters nesta sexta-feira (3), que ouviu uma fonte não identificada e não autorizada a falar em nome da empresa.
A decisão vem depois que a ferramenta da Anthropic passou a receber escrutínio por recursos capazes de identificar usuários ligados à China. Desenvolvedores relataram que o Claude Code analisava informações como fuso horário e dados de proxy dos usuários, além de inserir marcadores sutis em comandos enviados aos servidores da Anthropic.
Um funcionário da Anthropic afirmou, em publicação no X na última terça-feira (30), que o recurso era "um experimento lançado em março" para evitar abuso de contas por revendedores não autorizados e proteger a empresa contra a chamada destilação de modelos.
A fonte ouvida pela Reuters disse que as restrições da Anthropic voltadas à China são difíceis de aplicar a usuários individuais, já que eles conseguem hospedar servidores nos Estados Unidos e disfarçar a origem do tráfego. Empresas, por outro lado, tendem a ter mais atenção a riscos legais e de compliance, segundo a mesma fonte.
O banimento agrava uma disputa que já vinha se desenrolando entre as duas empresas.
Em carta enviada em 10 de junho ao Comitê de Bancos, Habitação e Assuntos Urbanos do Senado dos Estados Unidos, a Anthropic acusou a Alibaba de tentar extrair "de forma descarada e ilícita" as capacidades de seus modelos de IA, segundo apurou a CNBC. O documento classifica o episódio como o maior ataque de destilação já identificado contra a empresa.
As informações são do site Canaltech