Levantamento feito pelo Google analisa uso de inteligência artificial no trabalho, apontado como muito superficial.
Uso de IA no trabalho preocupa, mas pesquisa do Google aponta caminho contrário (ilustração: Vitor Pádua/).
Google realizou uma pesquisa sobre o uso do Gemini no mercado de trabalho e concluiu que a inteligência artificial é mais utilizada nas tarefas do que para cumprir funções, com apenas 3% dos casos analisados envolvendo uso massivo de IA no trabalho.
A pesquisa, que analisou 14,65 milhões de interações nas plataformas que oferecem o IA, mostrou que 75% das tarefas envolvem consultas simples ao Gemini e 86% das interações são para tarefas fora do trabalho.
O que o uso de IA no justifica a substituição de humanos de IA, e que a tecnologia funciona mais como ferramenta do que meioação, de acordo com o.
O Google publicou uma pesquisa em que analisa o uso do Gemini no mercado de trabalho. O tema é uma grande preocupação para profissionais de diferentes áreas, sobretudo por causa de empresas que desejam substituir funcionários por inteligência artificial. Segundo o estudo, a ferramenta é mais utilizada para auxiliar nas tarefas do que para cumprir funções: apenas 3% dos casos analisados envolvem uso massivo de IA no trabalho, enquanto 75% das tarefas envolvem consultas simples ao Gemini.
Outro dado que corrobora isso é a porcentagem de interações que buscam automatizar completamente determinadas atividades, com 10% das conversas em trabalhos considerados “cognitivos”. Portanto, as soluções são pensadas pelos funcionários em sua maioria, e depois executadas em algum nível usando IA. As consultas ao Gemini também são mais voltadas para o dia a dia: 86% delas envolvem tarefas fora do trabalho. seguiu a metodologia ATLAS (Activity, Task, Landscape and Adoption Study), e analisou consultas feitas no Gemini. Ao todo, foram 14,65 milhões de interações nas plataformas que oferecem o modelo de IA como alternativa. De acordo com o os resultados indicam que um bom uso da tecnologia pode, inclusive, valorizar os trabalhadores.
São muitos os casos de demissões em massa sob a justificativa de que a inteligência artificial está mudando a lógica de trabalho, principalmente por conta das automações. Segundo dados da plataforma já são mais de 120 mil cortes apenas considerando companhias de tecnologia.
As informações são do site Tecnoblog